quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Dificuldades

A maior dificuldade foi determinar o dispositivo necessário para a fixação da alavanca, de forma a comandarmos eletricamente a partida do movimento. Para viabilizar economicamente o projeto, procuramos fontes gratuitas de materiais dentro das empresas que atuamos, e por isso, optamos pela válvula solenoide. Outro empecilho foi o tempo, pois nem sempre é fácil conciliar os horários disponíveis entre os membros do grupo e as atividades das demais disciplinas.

Conceitos

Existem vários conceitos físicos existentes no projeto, tais como:
* Força Elástica - ocorre na mola que traciona a alavanca;
* Corrente Elétrica - presente na alimentação da válvula e que é controlada por uma chave de acionamento;
* Magnetismo - conceito pela qual explicamos o fato do pino ficar preso dentro da válvula;
* Movimento Parabólico - trajetória realizada pelo objeto até o alvo indicado.

Projeto

Essa é uma foto do projeto durante a construção de sua estrutura. É fato que a alavanca e os dispositivos ainda não tinham sido fixados, mas já demonstra como será o material apresentado. 
A alavanca será puxada por uma mola que tracionará para o angulo de 90º, enquanto uma válvula solenoide do outro lado estará travando o pino metálico existente na haste, impedindo que o movimento de arremesso ocorra. Uma barra móvel sobre a alavanca  será utilizado como limite de curso, para que tenhamos a inclinação desejada.

Materiais

A estrutura da catapulta foi desenvolvida com madeira mdf, e a escolha desse material foi devido a facilidade de ser encontrado e ao fácil manuseio do mesmo. O dispositivo que fará o acionamento é uma bobina solenoide elétrica, pois é um equipamento comum nas empresas que trabalhamos atualmente e que consegue desenvolver o papel de travar o movimento na posição de partida. Além disso, o responsável pela tração é uma mola metálica satisfatoriamente rígida, muito encontrada em portas de fogões.

Objetivo

   O objetivo é estudar as condições necessárias para a construção de uma catapulta que arremessará uma bola de tênis a um alvo pré-determinado, através de um comando elétrico. Para isso, será fundamental estudarmos conceitos físicos para o desenvolvimento tanto da parte de acionamento, como de arremesso; como elétrica, elasticidade, movimento parabólico, entre outros.

Integrantes - Catapulta

César Augusto
Fernando Presotto
Franklin Bossolani
* J. Renato Silva
Kleiton Bernardo
Marcelo Almeida
Márcio Demontriê

3º Engenharia Mecatrônica na Faculdade Anhanguera . 

Profº Maurício Ruv Lemes

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Conclusão

O aprendizado sobre magnetismo necessário para construção do eletroimã foi de grande valor, pois desenvolvemos novos conceitos, e visualizamos na prática muitos deles. Também foi um grande desafio, pois lidar com as diversas variáveis atuantes no projeto nos fez com que procurássemos uma base teórica maior que possuíamos, e pudemos ler sobre diversas experiências realizadas com eletroímãs. Infelizmente, não coletamos os dados das tentativas que foram feitas para a escolha dos materiais, mas dentro do leque de opções buscamos o melhor rendimento e hoje, dia da competição, esperamos ter um bom resultado. Por isso, ainda hoje (depois da aula) volto para atualizar este post e comentar mais a respeito do funcionamento do eletroímã.

Atualização: Com muito cuidado, enrolamos manualmente a bobina do eletroimã e tivemos um resultado acima do esperado: mais do que 700g de clips com apenas uma pilha de 1,5V. Poderíamos ter sido melhores se a nossa peça tivesse uma área maior de contato, mas dentro do que tínhamos disponível ficamos satisfeitos. Maior que isso, o conhecimento adquirido foi de grande valor e ainda nos rendeu o posto de 3º colocado.